MEU BUQUÊ DE FLORES
Óh quão bela era ela e hoje ainda, muito é... Quando pela primeira vez a vi me senti no paraíso ou num mar de rosas! Nisso, o orvalho ao beijar às folhas, adormeci naquele colo morno, fofo, airoso, gostoso e bem manhoso!
Haja vista... No dia que me deparei, num simples instante por inteiro me perdi! A vida é um triz de nada e quem mais eu amo quase me deixou às traças! Ora espelho meu, por favor, faça-me viver não o ontem, mas hoje!
Aqui, quando o Sol se pôr, quero ser feliz da manhã até a noite... Mais de seiscentos dias sem falar de amor no ouvido e sobre a colcha de cetim green, que devido minha sorte e em sutil sorriso, ela tocou e me amou!
Te amar é a síntese da beleza eterna e já percebi, reciprocidade... Aroma de alecrim da roça ou flamboiã envelhecido em muitas horas. Senhor, como são lindos os olhos do meu Amor, bem mais que todos os outros!
Macêdo Alves
Enviado por Macêdo Alves em 13/01/2026
Alterado em 05/08/2026